Catecismo da Igreja Católica
Parágrafo 574
Desde o princípio do ministério público de Jesus, fariseus e partidários de Herodes, com sacerdotes e escribas, puseram-se de acordo para lhe dar a morte (338). Por alguns dos seus actos (expulsões de demónios (339); perdão dos pecados (340) curas em dia de sábado (341); interpretação original dos preceitos de pureza legal (342): trato familiar com publicanos e pecadores públicos (343), Jesus pareceu a alguns, mal intencionados, suspeito de possessão diabólica (344). Foi acusado de blasfémia (345) e de falso profetismo (346), crimes religiosos que a Lei castigava com a pena de morte por apedrejamento (347).
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Passagens relacionadas (sugestões)
- Mateus 26:4·BíbliaMateus 26:4
e deliberaram sobre os meios de prender Jesus por astúcia e de o matar.
- João 7:32·BíbliaJoão 7:32
Os fariseus ouviram esse murmúrio que circulava entre o povo a respeito de Jesus. Então, de acordo com eles, os príncipes dos sacerdotes enviaram guardas para prendê-lo.
- Lucas 22:2·BíbliaLucas 22:2
Os príncipes dos sacerdotes e os escribas buscavam um meio de matar Jesus, mas temiam o povo.
- Mateus 26:59·BíbliaMateus 26:59
Enquanto isso, os príncipes dos sacerdotes e todo o conselho procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de o levarem à morte.
- João 11:57·BíbliaJoão 11:57
Mas os sumos sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem para que todo aquele que soubesse onde ele estava o denunciasse, para o prenderem. (= Mt 26,6-13 = Mc 14,3-9)