Catecismo da Igreja Católica
Parágrafo 575
Muitas atitudes e palavras de Jesus foram, portanto, «sinal de contradição» (348) para as autoridades religiosas de Jerusalém, a quem o Evangelho de São João muitas vezes chama simplesmente «os Judeus» (349), mais ainda do que para o comum do Povo de Deus (350). Sem dúvida que as suas relações com os fariseus não foram unicamente polémicas: são fariseus que O previnem do perigo que corre (351). Jesus louva alguns de entre eles, como o escriba de Mc 12, 34, e em várias ocasiões come em casa de fariseus (352). Jesus confirma doutrinas partilhadas por esta elite religiosa do povo de Deus: a ressurreição dos mortos (353) formas de piedade (esmola, jejum e oração (354)) e o hábito de se dirigir a Deus como Pai, o carácter central do mandamento do amor de Deus e do próximo (355).
Citações bíblicas
Passagens relacionadas (sugestões)
- João 12:11·BíbliaJoão 12:11
porque muitos judeus, por causa dele, se afastavam e acreditavam em Jesus. (= Mt 21,1-11 = Mc 11,1-10 = Lc 19,29-40)
- Marcos 2:18·BíbliaMarcos 2:18
Ora, os discípulos de João e os fariseus jejuavam. Por isso, foram-lhe perguntar: “Por que jejuam os discípulos de João e os dos fariseus, mas os teus discípulos não jejuam?”.
- João 11:46·BíbliaJoão 11:46
Alguns deles, porém, foram aos fariseus e lhes contaram o que Jesus realizara.
- Lucas 7:36·BíbliaLucas 7:36
Um fariseu convidou Jesus a ir comer com ele. Jesus entrou na casa dele e pôs-se à mesa.
- Marcos 2:16·BíbliaMarcos 2:16
Os escribas, do partido dos fariseus, vendo-o comer com as pessoas de má vida e publicanos, diziam aos seus discípulos: “Ele come com os publicanos e com gente de má vida?”.